Acidentes Domésticos na população idosa

A medida que o país tem caminhado rumo a um perfil demográfico cada vez mais senil, a preocupação com acidentes domésticos também tem se elevado.

É fato que a população brasileira está envelhecendo. Prova disso são os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que apontam que no Brasil, em 2013, tinham cerca de 15 milhões de idosos. A estimativa é que em 2060 esse número salte para 56 milhões.

A medida que o país tem caminhado rumo a um perfil demográfico cada vez mais senil, a preocupação com acidentes domésticos também tem se elevado. Isso porque, os acidentes dentro do lar são responsáveis por milhares de vítimas de traumatismos cranianos e da coluna vertebral, chamados de neurotraumas.

De acordo com o Ministério da Saúde, 70% das quedas envolvendo idosos acontecem dentro de casa; sendo que 30% destes acidentes causam a morte de idosos e pelo menos 40% causam alguma lesão grave, principalmente no cérebro e na medula. Além disso, como a pele do idoso é mais fina e frágil, um simples esbarrão pode provocar lesões importantes.

Muitas vezes, a queda pode ser apenas um sinal de algo mais complexo, como doenças descompensadas, efeitos adversos de medicamentos, infecções, mal funcionamento intestinal. Mas não podemos desconsiderar os fatores ambientais na casa do idoso que contribuem para as quedas.

Para transformar o lar em um ambiente mais seguro e confortável para o idoso a alternativa é realizar algumas mudanças dentro de casa.

Vejam abaixo algumas medidas:

  • Quedas no banheiro são as causas mais comuns de fraturas e traumas, sendo assim, evite o uso de tapetes escorregadios no ambiente e em outros cômodos da casa;
  • Os esbarrões e queimaduras estão em segundo lugar no ranking de causas mais frequentes de lesões nos idosos. Por isso, a dica é evitar uma grande quantidade de móveis e objetos espalhados pela casa, bem como deixar o ferro de passar roupa esfriando no chão ou o uso de fogões com acendimento manual;
  • Mantenha objetos e utensílios de uso rotineiro em locais que estejam na altura dos ombros e da cintura;
  • Coloque os corrimãos nas escadas e sempre caminhe devagar;
  • Coloque fita adesiva antiderrapante e colorida nos degraus da escada;
  • Não coloque tapetes pequenos pela casa, especialmente, no final da escada;
  • Ao subir em escadas móveis, peça sempre para alguém segurá-la para maior segurança;
  • Use calçados adequados ao lavar os pisos para evitar possíveis escorregões;
  • Instale barras fixas no banheiro, próximas ao vaso sanitário e chuveiro para evitar quedas quando o local estiver molhado após o banho ou lavagem;
  • Evite o contato com produtos químicos como inseticidas e o cloro, pois podem provocar alergias ou até mesmo intoxicação;
  • Mantenha a iluminação do ambiente adequada;
  • Evite deixar tacos soltos e pisos quebrados, pois podem provocar torção do pé;
  • Proteja os cantos das mesas com protetores apropriados de silicone;
  • Mantenha os remédios de uso contínuo em caixas e etiquetados para evitar erros com a medicação;
  • E lembre-se: deixe em um local de fácil acesso os telefones de emergência para o caso de algum acidente.

Anotou nossas dicas? Então, erga as mangas e comece agora mesmo a fazer algumas mudanças na sua casa para deixá-la mais segura!

 

 

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Redação do Geriatria Goiânia

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