Fatores do envelhecimento aumentam as chances de quedas em idosos

O processo do envelhecimento é um fenômeno complexo, determinado por fatores genéticos e ambientais, tais como doenças, hábitos de vida e causas externas que vão acontecendo ao longo da vida. As quedas são um exemplo importante dessas causas externas e que causam grande impacto no processo natural do envelhecer.

Queda é conceituada como um evento acidental ao equilíbrio do corpo que tem relação estreita com a estabilidade e integração de componentes sensoriais, cognitivos e musculoesquelético. Efeitos cumulativos das alterações fisiológicas do envelhecer, doenças, medicamentos, circunstâncias sociais e ambientais contribuem para o evento queda.

Muitas vezes após a queda, a pessoa idosa restringe suas atividades básicas de vida diária por medo de uma nova queda e pela superproteção por parte dos familiares. Tais atitudes prejudicam sua reinserção sócio-familiar, limitando o idoso na sua vida cotidiana. Isso favorece a descompensação de doenças crônicas (como diabetes e hipertensão) e o surgimento de transtornos de humor e sentimento de inutilidade.

As quedas geralmente tem uma origem multifatorial. As causas intrínsecas, como as doenças instaladas, os déficits visual e auditivo, as alterações na postura e na estrutura osteomuscular e os reflexos de proteção reduzidos, naturalmente predispõem o idoso à instabilidade postural e queda. Somadas a esses fatores, causas extrínsecas, como medicamentos e fatores   ambientais intensificam o risco de queda.

As quedas são importantes causas de hospitalização, institucionalização, perda funcional e morte. Devido à grande incidência de quedas em idosos e suas consequências fica evidente a necessidade da sua abordagem como problema de saúde pública. Programas específicos de prevenção de quedas e medidas de promoção do envelhecimento saudável e mais seguro idealmente deveriam ter um alcance sociocultural, com o objetivo de melhora dos índices de qualidade de vida das pessoas.

 

Projeto Cuidar

Geriatra

Dra Eliza de Oliveira Borges

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Sobre a Dra Eliza de Oliveira Borges

– Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Goiás;

– Residência em Clínica Médica pelo Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO);

– Residência em Geriatria pelo Hospital de Urgências de Goiânia;

– Titulada em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG);

– Pós-graduação em Cuidados Paliativos pelo Instituto Pallium Latinoamérica / Medicina Paliativa, Buenos Aires- Argentina;

– Preceptora da Residência de Clínica Médica do Hospital Alberto Rassi- HGG;

– Integrante do Núcleo de Apoio ao Paciente Paliativo (NAPP), Hospital Alberto Rassi- HGG;

– Secretária Geral na Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Seção Goiás.

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# Geriatria Goiânia

Redação do Geriatria Goiânia

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