A importância da Autonomia e Independência no envelhecimento saudável

Autonomia é a capacidade de tomar as próprias decisões. Independência é a capacidade de executar as diversas tarefas do cotidiano.

O objetivo da Geriatria é fazer com que, no processo do envelhecer, o idoso mantenha a integridade das capacidades físicas, psicológicas e cognitivas para conseguir ter autonomia e independência. Com o envelhecimento da população se torna cada vez mais importante melhorar o estado funcional e o bem-estar, que, em não raros momentos, seguem o caminho oposto da cura a todo custo.

Autonomia é a capacidade de tomar as próprias decisões. Independência é a capacidade de executar as diversas tarefas do cotidiano. O envelhecimento caracteriza-se por alterações biológicas, psicológicas, sociais e cognitivas que muitas vezes afetam essas capacidades. A funcionalidade na terceira idade pode ser influenciada por fatores de gênero, idade, condições econômicas, presença de doenças crônicas, estilo de vida, ambiente e traços de personalidade. A idade cronológica em si pode não ser o fator mais importante.

A Avaliação Geriátrica Ampla (AGA) tem o objetivo de diagnosticar precocemente problemas de saúde e de condições de vida, incluindo o suporte social. Avaliar as condições da moradia e mobilidade, cognição e estado nutricional entre outros fatores, pode ser determinante para um envelhecimento saudável. Os principais aspectos avaliados que diferem da entrevista médica padrão são: estados funcional e nutricional, mobilidade, condições sensoriais, cognição e humor, suporte social e ambiental.

Estado Funcional: nível com que a pessoa desempenha funções e atividades do dia a dia. Por exemplo: escolhe as próprias roupas, lava louça, faz almoço.

Estado Nutricional: condição de saúde de um indivíduo relacionada ao consumo de nutrientes. É feita através da correlação de informações obtidas de estudos físicos, bioquímicos, clínicos e dietéticos.

Mobilidade: visa identificar se existe algum limitador da movimentação.

Condições Sensoriais: principalmente testes auditivos e visuais que visam a prevenir quedas e outros acidentes.

Cognição e Humor: avaliação mental global, incluindo memória, raciocínio, localização espacial, linguagem, imaginação, etc.

Suporte Social: convivência com familiares e amigos, hábitos e rotinas de trabalho e lazer.

Ambiente: localização e condições da moradia, etc.

Dessa forma, o acompanhamento com o Geriatra é importante para que o idoso possa ter um envelhecimento ativo, cuja consequência principal é um aumento da expectativa de vida com qualidade.

 

Dra. Eliza de Oliveira Borges

Geriatra 

CRM-GO: 14388
RQE: 9751

  • Graduação em Medicina pela Universidade Federal de Goiás;
  • Residência em Clínica Médica pelo Hospital de Urgências de Goiânia ( HUGO);
  • Residência em Geriatria pelo Hospital de Urgências de Goiânia;
  • Titulada em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG);
  • Pós – graduação em Cuidados Paliativos pelo Instituto Pallium Latinoamérica / Medicina Paliativa, Buenos Aires- Argentina;
  • Preceptora da Residência de Clínica Médica do Hospital  Alberto Rassi- HGG;
  • Integrante do Núcleo de Apoio ao Paciente Paliativo ( NAPP), Hospital Alberto Rassi- HGG.
  • Presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia Seção Goiás (Gestão 2020 a 2023).

 

Projeto Cuidar

Clínica Viva

Consultas 

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Telefones: (62) 3413-3910(62) 98131-1961

 

 

Endereço

Clínica Viva

Endereço: Avenida Tocantins, N° 1311, Setor Aeroporto, Goiânia, Goiás.

(Em Frente ao Pronto Socorro Infantil)

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# Geriatria Goiânia

Redação do Geriatria Goiânia

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